Em "O Rumo Perdido", Monica Baer oferece a melhor explicação das raízes da crise fiscal brasileira, a partir da ruptura dos padrões de financiamento externo em 1982. Especialmente ao fazer a distinção entre desequilíbrios de fluxos e estoques, mostra que, ajustados os fluxos, apenas o crescimento econômico pode realizar a tarefa de "digerir" os estoques de passivo interno acumulados no período. Fosse esta noção mais divulgada, a discussão das relações entre ajute fiscal e políticas de estabilização avançaria muito mais. A cuidadosa apresentação da evolução do padrão de negociação da dívida externa também nos permite compreender por que o acordo Brady é construtivo nas condições de hoje. Julgo este livro leitura indispensável para entender o problema brasileiro. Além de enriquecer o debate, o trabalho é de leitura agradável certamente será largamente utilizado nos cursos de economia brasileira.

O rumo perdido; a crise fiscal e financeira do estado brasileiro

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Atenção, última peça!
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Em "O Rumo Perdido", Monica Baer oferece a melhor explicação das raízes da crise fiscal brasileira, a partir da ruptura dos padrões de financiamento externo em 1982. Especialmente ao fazer a distinção entre desequilíbrios de fluxos e estoques, mostra que, ajustados os fluxos, apenas o crescimento econômico pode realizar a tarefa de "digerir" os estoques de passivo interno acumulados no período. Fosse esta noção mais divulgada, a discussão das relações entre ajute fiscal e políticas de estabilização avançaria muito mais. A cuidadosa apresentação da evolução do padrão de negociação da dívida externa também nos permite compreender por que o acordo Brady é construtivo nas condições de hoje. Julgo este livro leitura indispensável para entender o problema brasileiro. Além de enriquecer o debate, o trabalho é de leitura agradável certamente será largamente utilizado nos cursos de economia brasileira.